Entre os fatores de risco estão a permanência prolongada na mesma posição, cirurgias recentes, internações, histórico de trombose, alguns tratamentos hormonais, gravidez e o período após o parto. Para reduzir os riscos, é importante manter-se ativo, movimentar as pernas durante viagens longas, evitar ficar muito tempo sentado ou deitado sem necessidade e seguir as orientações médicas, especialmente em situações de maior risco.
Ao perceber inchaço ou dor inexplicável nas pernas, é fundamental procurar avaliação médica. Falta de ar repentina, dor no peito, desmaio ou tosse com sangue são sinais de emergência e exigem atendimento imediato. A prevenção e o reconhecimento dos sintomas podem ajudar a evitar complicações graves.
Fonte: Ministério da Saúde.